👀👀👀👀👀👀No exterior, ao contrário, para ganhar tempo, Hitler oferece a visão de uma Alemanha produtiva e pacífica, preocupada somente em melhorar seu nível social para reencontrar, assim, na Europa, seu lugar de nação civilizada, em plano de paridade perfeita com as demais potências. (...)Em 1936, Hitler joga a carta mais perigosa de todo o seu jogo diplomático, procedendo à ocupação da Renânia ( desmilitarizada após o Tratado de Versalhes ), mais uma vez trovejam apenas as notificações dos protestos oficiais: a França mobiliza tropas 👀👀👀👀👀👀👀para a fronteira, os alemães ficam apreensivos, mas ninguém abre fogo. Assim, o ano de 1936 é um ano de sorte para Hitler, que celebra pomposamente seu triunfo do mundo inteiro, por ocasião das Olimpíadas de Berlim. A Alemanha voltou ao rol das grandes potências e uma nova estrutura se delineia na Europa: de um lado, o eixo Roma-Berlim, que se consolidou depois do empreendimento italiano na Etiópia e da deflagração da guerra civil na Espanha; de outro, a França, que buscou a aliança com a Polônia, a URSS e a Tchecoslováquia; e enfim, a Inglaterra, em uma posição de mutável e difícil equilíbrio. (...) É num dia de novembro de 1937 que Hitler decide passar à segunda parte de seu programa: A Áustria é o primeiro Estado europeu que cai nas mãos de Hitler. 👀Mussolini será cada vez menos disposto a garantir, com sua proteção, a independência da pequena nação alemã. No início de 1938 a ação se precipita, depois da descoberta, em Viena, de planos nazistas 👀👀👀👀👀para a conquista do poder pela violência. O chanceler austríaco Kurt von Schuschnigg pede audiência a Hitler, e o encontro se realiza em 12 de fevereiro, na residência do Fuhrer em berchtesgaden. É um ultimato: ou o governo austríaco consente em conceder parte do poder aos nazistas, ou as tropas 👀👀👀👀do Reich invadirão a Áustria. (...) A Áustria é uma província do Reich alemão... Depois da Áustria é a vez da Tchecoslováquia. (...) Hitler 👀tem a seu favor os governos italiano, húngaro e polônes, contra si, teoricamente, a França e a URSS, ligadas a Tchecoslováquia por um pácto de assistência mútua, e a Inglaterra. Mas o governo conservador inglês acredita que a única maneira de manter a paz, seria a de favorecer as pretensões hitleristas de anexão e de ocupação militar👀👀👀imediata dos sudetos. (...)Os passos que se seguem são de uma simplicidade elementar para Hitler e de uma desconcertante dramaticidade para as potências ocidentais, convencidas de terem pago em Munique (mas não de seu próprio bolso ) o último tributo à voracidade do Fuhrer. Suas manobras políticas não mais teriam sucessos pacíficos. No entanto, na noite de 14 para 15 de março de 1929, após um atormentado colóquio, em Berlim, com o premier tcheco Hácha, Hitler consegue a entrega da Tchecoslováquia. No dia 15 de novembro as 👀👀👀👀tropas alemãs entram em Praga. (...) Hitler👀proclama em 16 de março: a Tchecoslováquia, desaparece do mapa. Depois da Tchecoslováquia, a Polônia. (...) Em 23 de agosto de 1939, foi assinado em Moscou o pacto de não-agressão russo-alemão, um acordo evidentemente tático, mas que surpreende o mundo. (...) A 31 de agosto, na fronteira polonesa, sucedem alguns incidentes, simulados por agentes alemães da 👀Gestapo. (...) Em 3 de setembro de 1939, a Grã-Bretanha e a França declaram guerra à Alemanha: quando Hitler👀deixa Berlim para dirigir-se a seu quartel-general no front, o povo não aplaude. Bastam três semanas para obrigar a Polônia a ajoelhar-se e, no fim do mês, ela não existe mais. Também a União Soviética se apoderou de uma parte de seu território. Os primeiros anos de guerra são um canto de vitória para os exércitos de Hitler👀👀👀; na primavera de 1940 os nazistas lançam-se inicialmente ao norte, contra a Dinamarca e a Noruega (9 de abril) e em seguida a oeste, contra a Holanda, a Bélgica e a França (10 de maio). A máquina de guerra👀alemã move-se dentro de uma perfeita e afortunada escolha de tempo e por meio de ações baseadas na velocidade de execução. A surpresa é justamente o fator decisivo da vitória no norte (a Noruega se entrega nos primeiros dias de junho), enquanto, contra a França, são decisivas as rápidas operações das divisões blindadas no front das Ardenas. Dois dias após o primeiro assalto👀, os Panzer de Hitler rompoiam as linhas francesas e penetravam no interior - quase sem encontrar resistência -, convergindo em seguida para a costa norte. Dessa maneira, o grosso dos franceses e o corpo expedicionário inglês, empenhados na Bélgica, estavam encurralados, 👀👀👀e somente graças à famosa retirada de Dunquerque puderam ser em grande parte evacuados para a outra margem da Mancha. Em 10 de junho, quatro dias antes da queda de Paris, também a Itália entrava em guerra, para participar a vitória do Eixo. (...) Adolf Hitler 👀mantinha assim sua solene promessa: vingar a humilhação de 1918. (...) Abre-se assim, um ano de intensas e complexas manobras no campo diplomático e militar. Hitler porém, é tão hábil e felizardo nas campanhas bélicas quanto ineficiente e trapalhão nas negociações políticas. (...) Mas na primavera de 1941 Hitler 👀se vinga pelas armas. (...) A investida das colunas nazistas contra a Rússia, começa em 22 de junho e apanha Stalin👀 de surpresa: após menos de um mês, os alemães conquistam Smolensk, a cerca de trezentos e cinquenta quilômetros de Moscou e a mais de setecentos quilômetros da base de partida. 👀Hitler prevê que até fim de setembro a Rússia será sua. O longo e rígido inverno russo 👀👀👀bloqueia os três exércitos nazistas à curta distância dos respectivos objetivos: Stalingrado, Moscou e Leningrado. 👀Hitler, já comandante supremo das forças armadas, assumiu agora também o cargo específico de chefe da Werhrmacht. Está envelhecido 👀👀, desgastado, mais pelo estresse nervoso do que pela idade. Permanece quase sempre em seus quartéis-generais de Rastemburgo ( o covil do lobo ), na Prússia oriental, ou de Vinnitsa, na Ucrânia, e suas idas a Berlim, Munique e Berchtesgaden são cada vez mais raras. Em 6 de dezembro de 1941 os russos desfecham a primeira ofensiva pesada, e é a primeira derrota séria do Reich. No dia seguinte, o inesperado ataque japonês👀 à base de Pearl Harbour leva os Estados Unidos a entrarem na guerra. O ano de 1942 é o ano chave. 👀👀👀Estimulada pelo povo ministro do Armamento, Albert Speer, a Alemanha eleva ao máximo seu esforço de produção, explorando com determinação cada vez mais brutal os recursos industriais e humanos dos territórios ocupados: Polônia, Rússia e Bálcãs, França, Países-Baixos, Dinamarca e Noruega. A partir desse momento, intensifica-se a deportação em massa 👀👀👀👀dos trabalhadores estrangeiros para as fábricas do Reich, a exploração, nos campos de concentração, dos prisioneiros de guerra e dos judeus 👀👀👀, e o seu extermínio sistemático. (...) As frotas submarinas espalham a destruíção entre os navios inimigos, em 23 de agosto, Stalingrado está à vista da coluna do general von Paulus. Mas, sempre em 1942, as esquadrilhas 👀👀👀👀👀aéreas aliadas chegam aos céus alemães para bombardear as cidades e os centros industriais do Reich (a primeira incursão dá-se a 31 de maio, sobre a Colônia ); e, enquanto Hitler continua concentrando, na imensa frente russa, a maior parte das forças, suas e de seus aliados balcânicos, os anglo-americanos contra-atacam eficientemente ao sul, no setor do Mediterrâneo. Em fins de outubro, as tropas inglesas do general Montgomery rompem as linhas do Eixo em El Alamein;a 8 de novembro as forças aliadas desembarcam no Marrocos; em Stalingrado (19 de novembro) os russos desfecham o contra-ataque. 👀👀👀👀👀É a virada decisiva da guerra.👀
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segunda-feira, 29 de janeiro de 2018
Hitler por ele mesmo - parte 13
👀👀👀👀👀👀No exterior, ao contrário, para ganhar tempo, Hitler oferece a visão de uma Alemanha produtiva e pacífica, preocupada somente em melhorar seu nível social para reencontrar, assim, na Europa, seu lugar de nação civilizada, em plano de paridade perfeita com as demais potências. (...)Em 1936, Hitler joga a carta mais perigosa de todo o seu jogo diplomático, procedendo à ocupação da Renânia ( desmilitarizada após o Tratado de Versalhes ), mais uma vez trovejam apenas as notificações dos protestos oficiais: a França mobiliza tropas 👀👀👀👀👀👀👀para a fronteira, os alemães ficam apreensivos, mas ninguém abre fogo. Assim, o ano de 1936 é um ano de sorte para Hitler, que celebra pomposamente seu triunfo do mundo inteiro, por ocasião das Olimpíadas de Berlim. A Alemanha voltou ao rol das grandes potências e uma nova estrutura se delineia na Europa: de um lado, o eixo Roma-Berlim, que se consolidou depois do empreendimento italiano na Etiópia e da deflagração da guerra civil na Espanha; de outro, a França, que buscou a aliança com a Polônia, a URSS e a Tchecoslováquia; e enfim, a Inglaterra, em uma posição de mutável e difícil equilíbrio. (...) É num dia de novembro de 1937 que Hitler decide passar à segunda parte de seu programa: A Áustria é o primeiro Estado europeu que cai nas mãos de Hitler. 👀Mussolini será cada vez menos disposto a garantir, com sua proteção, a independência da pequena nação alemã. No início de 1938 a ação se precipita, depois da descoberta, em Viena, de planos nazistas 👀👀👀👀👀para a conquista do poder pela violência. O chanceler austríaco Kurt von Schuschnigg pede audiência a Hitler, e o encontro se realiza em 12 de fevereiro, na residência do Fuhrer em berchtesgaden. É um ultimato: ou o governo austríaco consente em conceder parte do poder aos nazistas, ou as tropas 👀👀👀👀do Reich invadirão a Áustria. (...) A Áustria é uma província do Reich alemão... Depois da Áustria é a vez da Tchecoslováquia. (...) Hitler 👀tem a seu favor os governos italiano, húngaro e polônes, contra si, teoricamente, a França e a URSS, ligadas a Tchecoslováquia por um pácto de assistência mútua, e a Inglaterra. Mas o governo conservador inglês acredita que a única maneira de manter a paz, seria a de favorecer as pretensões hitleristas de anexão e de ocupação militar👀👀👀imediata dos sudetos. (...)Os passos que se seguem são de uma simplicidade elementar para Hitler e de uma desconcertante dramaticidade para as potências ocidentais, convencidas de terem pago em Munique (mas não de seu próprio bolso ) o último tributo à voracidade do Fuhrer. Suas manobras políticas não mais teriam sucessos pacíficos. No entanto, na noite de 14 para 15 de março de 1929, após um atormentado colóquio, em Berlim, com o premier tcheco Hácha, Hitler consegue a entrega da Tchecoslováquia. No dia 15 de novembro as 👀👀👀👀tropas alemãs entram em Praga. (...) Hitler👀proclama em 16 de março: a Tchecoslováquia, desaparece do mapa. Depois da Tchecoslováquia, a Polônia. (...) Em 23 de agosto de 1939, foi assinado em Moscou o pacto de não-agressão russo-alemão, um acordo evidentemente tático, mas que surpreende o mundo. (...) A 31 de agosto, na fronteira polonesa, sucedem alguns incidentes, simulados por agentes alemães da 👀Gestapo. (...) Em 3 de setembro de 1939, a Grã-Bretanha e a França declaram guerra à Alemanha: quando Hitler👀deixa Berlim para dirigir-se a seu quartel-general no front, o povo não aplaude. Bastam três semanas para obrigar a Polônia a ajoelhar-se e, no fim do mês, ela não existe mais. Também a União Soviética se apoderou de uma parte de seu território. Os primeiros anos de guerra são um canto de vitória para os exércitos de Hitler👀👀👀; na primavera de 1940 os nazistas lançam-se inicialmente ao norte, contra a Dinamarca e a Noruega (9 de abril) e em seguida a oeste, contra a Holanda, a Bélgica e a França (10 de maio). A máquina de guerra👀alemã move-se dentro de uma perfeita e afortunada escolha de tempo e por meio de ações baseadas na velocidade de execução. A surpresa é justamente o fator decisivo da vitória no norte (a Noruega se entrega nos primeiros dias de junho), enquanto, contra a França, são decisivas as rápidas operações das divisões blindadas no front das Ardenas. Dois dias após o primeiro assalto👀, os Panzer de Hitler rompoiam as linhas francesas e penetravam no interior - quase sem encontrar resistência -, convergindo em seguida para a costa norte. Dessa maneira, o grosso dos franceses e o corpo expedicionário inglês, empenhados na Bélgica, estavam encurralados, 👀👀👀e somente graças à famosa retirada de Dunquerque puderam ser em grande parte evacuados para a outra margem da Mancha. Em 10 de junho, quatro dias antes da queda de Paris, também a Itália entrava em guerra, para participar a vitória do Eixo. (...) Adolf Hitler 👀mantinha assim sua solene promessa: vingar a humilhação de 1918. (...) Abre-se assim, um ano de intensas e complexas manobras no campo diplomático e militar. Hitler porém, é tão hábil e felizardo nas campanhas bélicas quanto ineficiente e trapalhão nas negociações políticas. (...) Mas na primavera de 1941 Hitler 👀se vinga pelas armas. (...) A investida das colunas nazistas contra a Rússia, começa em 22 de junho e apanha Stalin👀 de surpresa: após menos de um mês, os alemães conquistam Smolensk, a cerca de trezentos e cinquenta quilômetros de Moscou e a mais de setecentos quilômetros da base de partida. 👀Hitler prevê que até fim de setembro a Rússia será sua. O longo e rígido inverno russo 👀👀👀bloqueia os três exércitos nazistas à curta distância dos respectivos objetivos: Stalingrado, Moscou e Leningrado. 👀Hitler, já comandante supremo das forças armadas, assumiu agora também o cargo específico de chefe da Werhrmacht. Está envelhecido 👀👀, desgastado, mais pelo estresse nervoso do que pela idade. Permanece quase sempre em seus quartéis-generais de Rastemburgo ( o covil do lobo ), na Prússia oriental, ou de Vinnitsa, na Ucrânia, e suas idas a Berlim, Munique e Berchtesgaden são cada vez mais raras. Em 6 de dezembro de 1941 os russos desfecham a primeira ofensiva pesada, e é a primeira derrota séria do Reich. No dia seguinte, o inesperado ataque japonês👀 à base de Pearl Harbour leva os Estados Unidos a entrarem na guerra. O ano de 1942 é o ano chave. 👀👀👀Estimulada pelo povo ministro do Armamento, Albert Speer, a Alemanha eleva ao máximo seu esforço de produção, explorando com determinação cada vez mais brutal os recursos industriais e humanos dos territórios ocupados: Polônia, Rússia e Bálcãs, França, Países-Baixos, Dinamarca e Noruega. A partir desse momento, intensifica-se a deportação em massa 👀👀👀👀dos trabalhadores estrangeiros para as fábricas do Reich, a exploração, nos campos de concentração, dos prisioneiros de guerra e dos judeus 👀👀👀, e o seu extermínio sistemático. (...) As frotas submarinas espalham a destruíção entre os navios inimigos, em 23 de agosto, Stalingrado está à vista da coluna do general von Paulus. Mas, sempre em 1942, as esquadrilhas 👀👀👀👀👀aéreas aliadas chegam aos céus alemães para bombardear as cidades e os centros industriais do Reich (a primeira incursão dá-se a 31 de maio, sobre a Colônia ); e, enquanto Hitler continua concentrando, na imensa frente russa, a maior parte das forças, suas e de seus aliados balcânicos, os anglo-americanos contra-atacam eficientemente ao sul, no setor do Mediterrâneo. Em fins de outubro, as tropas inglesas do general Montgomery rompem as linhas do Eixo em El Alamein;a 8 de novembro as forças aliadas desembarcam no Marrocos; em Stalingrado (19 de novembro) os russos desfecham o contra-ataque. 👀👀👀👀👀É a virada decisiva da guerra.👀
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