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quarta-feira, 20 de julho de 2016
Sexo, drogas e Rolling Stones _ Histórias da banda que se recusa a morrer. Parte 33 ( pausa )
Na verdade, Ron sonhava em ser um Rolling Stone desde que vira a banda em ação no Richmond Jazz and Blues Festival, em 1964. Saiu daquela apresentação prometendo a si mesmo: " Um dia ainda vou tocar nessa banda ". Levaria mais de uma década para transformar o sonho em realidade, depois de receber o convite de Mick Jagger para ser o novo guitarrista da banda, em substituição a Mick Taylor. Em 1974, Wood deu o primeiro, maior e mais importante passo naquela direção, ao acolher Keith Richards em sua casa durante os quatro meses que os dois levaram para gravar no estúdio caseiro de Wood o primeiro álbum solo de Ron, I've Got My Own Album To Do. Mick Jagger também participou das gravações _ ajudou a compor " I Can Feel The Fire " e, de quebra, adicionou vocais de apoio imediatamente reconhecíveis. Ron retribuiu a gentileza e Jagger e ele prepararam juntos a primeira encarnação de " It's Only Rock and Roll ", com palmas e vocais de fundo cortesia de David Bowie. Wood jamais receberia crédito pela ajuda na composição do que se tornaria um clássico, mas, solidificada a amizade e a afinidade musical com Keith _ e Mick _ ao longo da gravação, Ron sabia que integrar a banda dos seus sonhos era uma mera questão de oportunidade e tempo. E, quando o guitarrista Mick Taylor saiu dos Stones, aconteceu _ ainda que a adição de Wood à banda fosse considerada, aquela altura, uma substituição temporária. Ron só relaxaria em 1976, depois de efetivado como membro oficial dos Rolling Stones, banda de onde nunca mais arredou o pé. Músico e pintor, cuja arte pôde ser vista no Brasil tanto nos palcos quanto em galerias ( ele expôs em São Paulo, em 1996 ), recentemente Ron publicou sua autobiografia ( Ronnie, St. Martin's Press, New York, 2007 ). Quem sabe agora a escrita não se torne mais uma de suas paixões... " Nunca mais meu pai me chamou apenas de Ronnie. Virei ' Ronnie Wood, dos Rolling Stones. "
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