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sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

Hitler por ele mesmo - parte 15


(...) O ano de 1943 é mais trágico para os judeus prisioneiros dos alemães👀👀👀👀.  Em 25 de julho de 1943 o Grande Conselho do partido dá um voto de confiança a Mussolini, e poucas horas mais tarde ele é detido: um novo governo é constituído pelo generaal Pietro Badoglio, apoiado pelo exército e pela coroa.  Essa notícia pega Hitler👀de surpresa, mas logo providencia as medidas necessárias.  (...) Em 12 de setembro, um pelotão de alemães 👀👀👀liberta Mussolini de seu cárcere em Campo Imperatore (Gran Sasso).  É muito importante para Hitler ter junto de si o colega ditador: coloca-o, com efeito, à testa de um novo Estado, na Itália, a República da Saló, para demonstrar que o aliado voltou firme a seu lugar e para sustar, desse modo, a prevista desagregação do Eixo na Europa.  (...) Durante todo o ano de 1944, todavia, Hitler continua tendo esperanças na vitória.  👀Suas condições físicas pioraram, seu estado nervoso é cada vez mais instável.  Iludira-se em 1941, pensando que suas tropas seriam recebidas, na Rússia, como libertadoras e que o sistema socialista se fragmentaria, assim; mas o próprio sistema brutal de governo, adotado pelos  nazistas👀👀👀 nos territórios ocupados, tinha dissipado essa possibilidade, se é que existia.  (...) No verão de 1944, porém, a situação está definitivamente comprometida para as forças do Eixo.  (...) Em 20 de julho de 1944, no auge da crise bélica, a oposição interna ao nazismo tenta derrubar o regime.  (...) Naquele dia, pois, o coronel Klaus von Stauffenberg dirigi-se ao quartel-general de Hitler, carregando uma bomba na pasta de couro; senta-se um pouco mais de dois metros à direita do Fuhrer apóia a pasta junto da maciça perna da mesa; depois sai do bunker, com uma desculpa qualquer.  👀👀👀A explosão é terrível, mas, poucos instantes após, Hitler👀sai cambaleando, incólume, da devastação e da fumaça do incêndio.  Quando chega a Berlim a notícia chega de que Hitler👀não morrera, os conjurados ficaram consternados e sem ação.  A vingança de Fuhrer é tremenda: em poucos dias, todos aqueles que, de um modo ou de outro, são considerados contrários ao regime são presos e mortos: uma lista não definitiva conta 4.980 vítimas certas👀👀👀👀.   Depois do atentado de 20 de junho, as condições físicas de Hitler👀pioram, sensivelmente.  Assiduamente vê-se obrigado a guardar o leito por causa de enxaquecas, tremores nos braços e nas pernas, cãibras no estômago sempre mais frequentes, distúrbios de garganta; assiste-o  um médico de aparência bastante equívoca, o dr. Morell, que recorre a tratamentos intermináveis à base de entorpecentes.  (...) Em 31 de agosto, Fuhrer proclama a mobilização total: são recrutados todos os homens, de quinze a sessenta anos, ao mesmo tempo em que o ministro Speer consegue espremer das fábricas semidestruídas do Reich uma quantidade de armamentos até superior à do primeiro semestre de 1944.  (...) Hitler👀havia agora entendido que perdera a guerra e entende que também para ele não há esperanças: mas, nesse momento, quer que toda a Alemanha sucumba com ele.  A 19 de março ordena que, diante do inimigo, se deixe a " terra queimada ", de modo que nada permaneça de pé desde que Fuhrer e a nação sejam derrotados.  👀Hitler passa agora seus dias no bunker da Chancelaria de Berlim.  Com ele está Eva Braun, que na hora derradeira quis ligar a ele seu destino.  Quando os exércitos russos👀👀👀 chegam à periferia de Berlim, inicia-se a crônica dos últimos dias do Fuhrer e do Terceiro Reich.  20 de abril de 1945, 👀Adolf Hitler completa cinquenta e seis anos, e pela última vez todos os chefes nazistas👀👀👀👀se reúnem ao Fuhrer para cumprimentá-lo; além de Martin Bormann, o onipotente secretário do partido, estão presentes Goring, Goebbels, Himmler, Speer e Joachim von Ribbentrop, o ministro do Exterior.  A conversa gira em torno de vários assuntos, mas o foco de toda preocupação é este: o Fuhrer tomará a decisão de deixar Berlim para o mais seguro refúgio de Berchtesgaden (pergunta).  👀Hitler com decisão, responde que não.  Recusa-se até mesmo a sair do bunker para tomar um pouco de ar: os canhões da última batalha ribombam nas proximidades do edifício. 21 de abril, sábado.  O Fuhrer acorda sobressaltado com os disparos da artilharia soviética martelando o centro da cidade.  Imediatamente Hitler👀ordena um contra-ataque que jamais se realizará.  22 de abril, domingo.  Após uma injeção estimulante, aplicada por Morell, Hitler recebe o habitual relatório dos generais (entre outros há Donitz, Keitel e Jodl).  Mas bem em meio à reunião Hitler👀em uma série de acusações, dirigidas contra todos e contra tudo, e conclui anunciando que se matará com um tiro de revólver.  23 de abril, segunda- feira.👀Hitler envia Keitel e Jodl para Berchtesgaden sem nenhuma instrução: chega a bunker, para a despedida final, o ministro Speer, que confessa abertamente ao Fuhrer não ter dado cumprimento integral à ordem de " arrasar tudo ": Hitler👀no entanto, mostra-se sereno.  Enquanto no mundo, se espalha a notícia de que o Fuhrer permanecerá em Berlim até o final dos acontecimentos, Himmler encontra-se com o conde sueco Bernadotte, em Lubeck, para propor aos anglo-americanos a paz em separado.  24 de abril, terça-feira.  De madrugada, chega uma carta de Goring, onde o Reichsmarschall declara-se pronto para tomar o lugar do Fuhrer, Hitler👀se enfurece e exonera Goring de todos os cargos, por alta traição.  27 de abril, sexta-feira.  Hitler👀 distribui ampolas de cianureto a todos os companheiros fiéis que permaneceram na Chancelaria: discutem como se deve preparar o suicídio coletivo, enquanto bunker é sacudido pelos tiros da artilharia pesada soviética.  A resistência, na cidade, está no fim.  28 de abril, sábado.  Agências de informação espalham a notícia das negociações de Himmler (sem nenhum êxito) para concluir uma paz em separado.  Na Chancelaria é fuzilado Fegelin, o representante de Himmler.  Himmler👀é declarado traidor e condenado à morte.  Existe ainda a possibilidade de uma fuga por meio de um avião, mas o Fuhrer recusa a proposta.  29 de abril, domingo.  Entre uma e três horas da madrugada, Hitler👀casa-se com Eva Braun❤.  A cerimônia, tendo Bormann e Goebbels como testemunhas, é rápida.  Abrem-se em seguida algumas garrafas de champanhe, e, enquanto os hóspedes conversam sobre os bons tempos passados, o Fuhrer retira-se para seu quarto com a secretária, Frau Junge, a quem dita o testamento político e pessoal.  Como seu sucessor, foi indicado o almirante Donitz; Goebbels foi nomeado chanceler; Bormann, ministro do partido.  À noitinha chega a notícia da morte de Mussolini👀.  Á meia noite Hitler👀 faz sua cadela Blondi provar o efeito do cianureto.  30 de abril, segunda - feira.  Os russos encontram-se a não mais do que duas quadras da Chancelaria.  Por colta das 14 horas, após o almoço,Adolf e Eva Hitler👀👀recolhem-se ao seu quarto.  As 15h30, seus corpos são retirados do bunker envolvidos em uma coberta: colocados na cratera escavada por uma bomba, são banhados de gasolina e em seguida incinerados.  Primeiro de maio, terça-feira.  Cerca de meio dia, alguns enviados do novo chanceler Goebbels põe-se em contato com o general russo Antonov para tratar da paz em separado, mas sem sucesso.  Ao cair da noite, quase todos os hóspedes da Chancelaria tentam fugir; consegue-o, entre outros, Martin Bormann, a cujo respeito se ouvirão mais tarde muitos boatos.  Não foge Goebbels👀 que, depois de mandar matar seus seis filhos👀👀👀👀👀👀, acaba com a vida juntamente com sua mulher.  2 de maio, quarta-feira.  Os remanescentes da guarnição de Berlim rendem-se por ordem do general Weidling.  4 de maio, sexta-feira.  O soldado russo Ivan Curakov descobre, perto da Chancelaria, os corpos do casal Hitler e de seus cães👀👀👀👀👀     7 de maio, segunda-feira.  O general Jodl e o almirante von Freideburg assinam a rendição incondicional da Alemanha.  (Fonte: Hitler __ Pró e Contra, Edições Melhoramentos, São Paulo, 1975 ).