Calendário 2019

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Vou por onde a arte me levar.

segunda-feira, 30 de maio de 2016

Grace Lang - parte 6 - final

Penso que muitos dos meus trabalhos decorre da crença de que esses demônios pessoais não são necessariamente inimigos, mas sim, aspectos de nos ( com acento ) mesmos que podem ser utilizados para o bem.    Com cada experiência dificil, nossa armadura cresce e nos tornamos os guerreiros de nossos proprios mundos.

Grace Lang - parte 5

Exploro a ansiedade com demônios coloridos, tambem ( com acento ) meu interesse de encontrar maneiras não tão graves de abordar alguns dos meus proprios medos mais graves.     Meu trabalho reflete as lutas internas que nos afligem.

Grace Lang - parte 4

Estou interessada nas relações entre nossas mentes e nossos corpos...

Grace Lang - parte 3

As cores brilham fortemente, vibrando papoula e cria suas obras um estilo sobrenatural

Grace Lang - parte 2

Animados demônios guerreiros colidem, por Grace Lang

A artista plastica que eu tanto aprecio: Grace Lang - parte 1

Grace Lang, 25 anos, New York, Brooklin, ilustradora, pintora, escultora, filha de um grande ator.

Sexo, drogas e Rolling Stones _ Historias da banda que se recusa a morrer _ parte 29

Muito timido e avesso a fama, Taylor nunca parecia totalmente integrado ao grupo.     Mesmo assim, enquanto Keith se embrenhava nas drogas, Rick deixou sua marca em varias composições que fez com que Jagger, notadamente " Moonlight Mile ", " Winter " e " " Time Waits For No One ", todas creditadas somente a Jagger e Richards.      De fato, no que diz respeito a composições, so teve seu nome creditado como compositor uma unica vez, na faixa " Ventilator Blues ", do album duplo Exile On Main St..     Sem o trabalho devidamente reconhecido, Taylor deixou-se dominar pela insatisfação.     Ao retornar da Jamaica, em meados de 1973, logo apos gravar o album Goat s Head Soup com os Stones, não escondeu dos amigos mais intimos o seu desagrado.     O baixista Arnaldo Brandão era um deles, testemunha das lamurias do Mick Taylor, cujo discurso batia sempre na mesma tecla: " Vou sair dos Stones ".     Finalmente, ao ver seu nome deixado mais uma vez de fora de musicas que teria ajudado a compor como " Till The Next Goodbye " ( do album Its Only Rock N Roll, lançado em outubro de 1974 ), Taylor tomou a decisão longamente postergada de sair dos Rolling Stones, e anunciou seu desligamento da banda em 14 de dezembro de 1974.     Estava em casa, no dia seguinte, quando recebeu um telegrama de Keith que dizia: " Gostei muito de tocar com você nos ultimos cinco anos.     Obrigado por tudo que você me mostrou.    Desejo tudo de bom. "    Mick leu e começou a chorar.

Sexo, drogas e Rolling Stones _ Historias da banda que se recusa a morrer _ parte 28

Em 1969, atendendo a um pedido de Mick Jagger, John Mayall recomendou Mick Taylor para os Rolling Stones.     O guitarrista preencheria o espaço antes ocupado por Brian Jones, que havia sido pressionado pelos companheiros a deixar o grupo.     Assim que recebeu o telefonema de Jagger, Taylor se juntou aos Stones no estudio, e acabou participando das gravações "" Country Honk "" e "" Live With Me "", musicas que apareceriam no album ( lembrando que estou sem o acento agudo ) Let It Bleed.    Quando a sessão de gravação chegou ao fim, Mick e Keith se despediram dele com um "" ate amanhã ".     Ali Mick se deu conta de que ja era o novo guitarrista dos Rolling Stones.     A estreia de Taylor aconteceu em 5 de julho de 1969, no megaconcerto ao ar livre, no Hyde Park, em Londres, onde os Stones homenagearam Brian Jones, encontrado morto dois dias antes na piscina de sua casa.     Depois, percorreu os Estados Unidos com os Stones em turnê arquetipica, recheada de sexo, drogas e rock and roll, que culminou com o desastroso concerto de Altamont, em 6 de dezembro de 1969.

Sexo, drogas e Rolling Stones _ Historias da banda que se recusa a morrer _ parte 27 ( continuação )

17 de janeiro de 1949, o mais tecnico ( no momento estou sem o acento agudo ) e habilidoso dos guitarristas que atuaram ou que ainda atuam nos Rolling Stones, Mick Taylor traz como marca de sua guitarra o toque calcado no blues, mas sempre arejado por solos fluidos e melodiosos que sinalizam influências sonoras diversas, como em "" Time Waits For No One "" ( de sonoridade latina ) e "" Can T You Hear Me Knocking "" ( jazzistica ).     Nascido em Welwyn Garden City, Hertfordshire, Inglaterra, Michael Kevin Taylor começou a tocar violão aos 9 anos de idade.     Ainda adolescente, formou com colegas de escola a banda The Juniors que, em 1965, mudou de formação e de nome: virou The Gods.      A banda tambem incluia o futuro tecladista do Uriah Heep, Ken Hensley.     E 1966, Taylor substituiu outro Deus, o da guitarra, num show de John Mayall & The Bluesbreakers no The Hop, em Welwyn Garden City.     Como o guitarrista fixo da banda, Eric Clapton, não apareceu, Taylor, que ainda era um dos "" Deuses "", conversou com Mayall no intervalo da apresentação e acabou tocando todo o segundo set do show _ usando a guitarra de Clapton.     Mayall gostou tanto do guitarrista que no ano seguinte o chamou para a vaga deixada por Peter Green bos Bluesbreakers.

sábado, 14 de maio de 2016