Calendário 2019
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Vou por onde a arte me levar.
quarta-feira, 29 de junho de 2016
Elke Maravilha ( ela sobre ela mesma ).
" Ergo em cada canto de minha alma, um altar a um Deus diferente. " - Álvaro de Campos. " Eu sou Politeísta, com muitos Deuses. Um só Deus é igual a Ditadura né, chama Monoteísta, um Deus só, um Partido só. Enquanto o ser humano tinha muitos Deuses, eles eram livres, eles eram livres para voar, a cabeça era livre para voar. Depois que viraram Monoteísta, e cada um acha que seu Deus é melhor que o outro, tornou uma coisa chata né, muito medíocre. Cada Entidade tem um tipo de Energia. Dizem que eu sou Múltipla, eu sou é vira-lata. Jesus Cristo não era bonzinho, ele não ficava só no " Amai-vos uns aos outros ", as vezes ele era Hostil com seus seguidores, discípulos e família, por falar a verdade, ser sincero, chamar a atenção do povo, usando simbolicamente a Espada. Elke Maravilha diz o porque não venderia sua alma para o Demônio: " Porque " ele " não tem nada para me oferecer, do que eu já tenho. ". Eu respiro, amo o mundo, durmo, bebo, como, uso minhas perucas que também gosto kkkkk. É assim que fico alegre, feliz. Eu sou Santo, Demônio, boa, ruim, sou tudo e não escondo isso rsrs, eu fico alegre quando eu respiro e vejo gente. Vivo fantasiada sim, porque gosto de fazer de mim uma obra de arte. É bom ser velho, o que não pode ser é ultrapassado. Não existirá mais o Chacrinha, porque não somos mais brasileiros, nós somos americanos. Os programas populares de TV, é americano. " - Elke Maravilha, Russa, mas veio para o Brasil aos 12 anos de idade, foi modelo (é), artista, atriz, enfermeira na guerra, e outras milhões de coisas.
segunda-feira, 30 de maio de 2016
Grace Lang - parte 6 - final
Penso que muitos dos meus trabalhos decorre da crença de que esses demônios pessoais não são necessariamente inimigos, mas sim, aspectos de nos ( com acento ) mesmos que podem ser utilizados para o bem. Com cada experiência dificil, nossa armadura cresce e nos tornamos os guerreiros de nossos proprios mundos.
Grace Lang - parte 5
Exploro a ansiedade com demônios coloridos, tambem ( com acento ) meu interesse de encontrar maneiras não tão graves de abordar alguns dos meus proprios medos mais graves. Meu trabalho reflete as lutas internas que nos afligem.
Grace Lang - parte 4
Grace Lang - parte 3
Grace Lang - parte 2
Sexo, drogas e Rolling Stones _ Historias da banda que se recusa a morrer _ parte 29
Muito timido e avesso a fama, Taylor nunca parecia totalmente integrado ao grupo. Mesmo assim, enquanto Keith se embrenhava nas drogas, Rick deixou sua marca em varias composições que fez com que Jagger, notadamente " Moonlight Mile ", " Winter " e " " Time Waits For No One ", todas creditadas somente a Jagger e Richards. De fato, no que diz respeito a composições, so teve seu nome creditado como compositor uma unica vez, na faixa " Ventilator Blues ", do album duplo Exile On Main St.. Sem o trabalho devidamente reconhecido, Taylor deixou-se dominar pela insatisfação. Ao retornar da Jamaica, em meados de 1973, logo apos gravar o album Goat s Head Soup com os Stones, não escondeu dos amigos mais intimos o seu desagrado. O baixista Arnaldo Brandão era um deles, testemunha das lamurias do Mick Taylor, cujo discurso batia sempre na mesma tecla: " Vou sair dos Stones ". Finalmente, ao ver seu nome deixado mais uma vez de fora de musicas que teria ajudado a compor como " Till The Next Goodbye " ( do album Its Only Rock N Roll, lançado em outubro de 1974 ), Taylor tomou a decisão longamente postergada de sair dos Rolling Stones, e anunciou seu desligamento da banda em 14 de dezembro de 1974. Estava em casa, no dia seguinte, quando recebeu um telegrama de Keith que dizia: " Gostei muito de tocar com você nos ultimos cinco anos. Obrigado por tudo que você me mostrou. Desejo tudo de bom. " Mick leu e começou a chorar.
Sexo, drogas e Rolling Stones _ Historias da banda que se recusa a morrer _ parte 28
Em 1969, atendendo a um pedido de Mick Jagger, John Mayall recomendou Mick Taylor para os Rolling Stones. O guitarrista preencheria o espaço antes ocupado por Brian Jones, que havia sido pressionado pelos companheiros a deixar o grupo. Assim que recebeu o telefonema de Jagger, Taylor se juntou aos Stones no estudio, e acabou participando das gravações "" Country Honk "" e "" Live With Me "", musicas que apareceriam no album ( lembrando que estou sem o acento agudo ) Let It Bleed. Quando a sessão de gravação chegou ao fim, Mick e Keith se despediram dele com um "" ate amanhã ". Ali Mick se deu conta de que ja era o novo guitarrista dos Rolling Stones. A estreia de Taylor aconteceu em 5 de julho de 1969, no megaconcerto ao ar livre, no Hyde Park, em Londres, onde os Stones homenagearam Brian Jones, encontrado morto dois dias antes na piscina de sua casa. Depois, percorreu os Estados Unidos com os Stones em turnê arquetipica, recheada de sexo, drogas e rock and roll, que culminou com o desastroso concerto de Altamont, em 6 de dezembro de 1969.
Sexo, drogas e Rolling Stones _ Historias da banda que se recusa a morrer _ parte 27 ( continuação )
17 de janeiro de 1949, o mais tecnico ( no momento estou sem o acento agudo ) e habilidoso dos guitarristas que atuaram ou que ainda atuam nos Rolling Stones, Mick Taylor traz como marca de sua guitarra o toque calcado no blues, mas sempre arejado por solos fluidos e melodiosos que sinalizam influências sonoras diversas, como em "" Time Waits For No One "" ( de sonoridade latina ) e "" Can T You Hear Me Knocking "" ( jazzistica ). Nascido em Welwyn Garden City, Hertfordshire, Inglaterra, Michael Kevin Taylor começou a tocar violão aos 9 anos de idade. Ainda adolescente, formou com colegas de escola a banda The Juniors que, em 1965, mudou de formação e de nome: virou The Gods. A banda tambem incluia o futuro tecladista do Uriah Heep, Ken Hensley. E 1966, Taylor substituiu outro Deus, o da guitarra, num show de John Mayall & The Bluesbreakers no The Hop, em Welwyn Garden City. Como o guitarrista fixo da banda, Eric Clapton, não apareceu, Taylor, que ainda era um dos "" Deuses "", conversou com Mayall no intervalo da apresentação e acabou tocando todo o segundo set do show _ usando a guitarra de Clapton. Mayall gostou tanto do guitarrista que no ano seguinte o chamou para a vaga deixada por Peter Green bos Bluesbreakers.
sábado, 14 de maio de 2016
solidão a dois
solidão a dois: Sobre uma geração que insiste em não ouvir, em não falar e em não aprender
segunda-feira, 4 de abril de 2016
Cultura de Todos: Oficina "Música de cinema" - Ponto MIS de Araçatub...
Cultura de Todos: Oficina "Música de cinema" - Ponto MIS de Araçatub...: Tony Berchmans 02.04.16 - O Programa Pontos MIS iniciará a programação 2016 de oficinas, na segunda-feira (4 de abril), com ‘A Músic...
A escandalosa arte erotica de Toshio Saeki Parte 3
Não vamos esquecer que as imagens que faço são ficticios, retratando rostos dos personagens, em algumas, sem dor e sofrimento, traz o efeito do incomum e extraordinario. Saeki ( estou sem o acento agudo )
A escandalosa arte erotica de Toshio Saeki Parte 2
As tendências provocadoras de mente louca do artista, são por exemplo: inspirada por pesadelos de infância. "" Eu sempre fui atraido por coisas assustadoras e paranormais, porque eles são misteriosos. """" Saeki
Meu pensamento
Quando se trata de Arte, é natural que a maioria das pessoas desejam ver apenas o belo, o bonito, coisas maravilhosas, eu também gosto. Ler poesias suaves, ver filmes românticos, ouvir musicas clássicas, Nem todas as pessoas são assim, senão o que seria da Arte macabra, da Arte terror, da Arte insana, da Arte erótica, da Arte lúdica, humor negro. Mas, a Arte é mais que isso, a verdadeira Arte não se limita ao expressar seus desejos, anseios, sonhos, defeitos, amor e ódio. A Arte também serve para chocar sua mente, acordar sua alma para a vida, expressar o horror da guerra, expressar a miséria de todas as formas do homem, serve para desconfortar seu conforto. A Arte também serve para expressar o feio que pode ser bonito e pode ser feio, Nem todo monstro é tão feio, nem todo monstro é tão monstro. Depende de quem o vê. Mas, se não houvesse a escuridão não veríamos a luz. A Arte também existe para contestar, ironizar, libertar. É preciso de coragem para isso. A Arte também serve para fazermos enxergar a hipocrisia que existe dentro de nós e como gostamos de nos esconder para não ver a realidade. Quando se tem uma obra de Arte a espera de alguém que a aprecie, ou odeie ( liberdade de ir e vir, liberdade de gostar ou não )... cada pessoa que passar por ela, com certeza vai ter uma opinião diferente, um sentimento diferente, vai entender de uma forma diferente, e o artista que criou essa obra expressou e sentiu um jeito e um tema diferente e diante dos olhos de quem o viu ( a obra de Arte ), o criador pode passar a ver sua obra com outra percepção e com os olhos de quem o vê. Depende de quem o vê. A Arte serve para criticarmos, receber a critica construtiva, fazermos uma auto critica. Mas também, a Arte serve para o nada, para nada, para coisa alguma, para você enxergar o nada, o vazio na sua frente e dizer- te que você não é nada, porque você é tudo, portanto você não é nada. Então, do vazio, do nada, você se encontra, depois de ter se perdido. A Arte expressa coisas que caminham lado a lado, como o bem e o mal, o preto e o branco, o colorido e o cinza, o açúcar e o sal, a brisa e o vendaval, a plenitude e a euforia, a nudez e as vestimentas, o amor e o ódio. É natural que a gente se choca ao ver uma Arte chocante, pois a Arte é pra chacoalhar o sangue e dizer_ te: Você está vivo, não morra!!! Mas o dia que quiseres morrer, morra dignamente. A Arte também é uma intervenção celestial, uma instalação de estrelas cadentes caindo uma a uma em nossas cabeças, transmitindo um frescor em nosso eu existencial, interior e exalando um suave aroma de velas brancas acesas, incensos e pétalas de rosas brancas espalhadas pelo chão e flutuando pelos ares. A Arte nos faz sonhar, acordar e sonhar. A Arte pode fazer você rir de tanto chorar, chorar de tanto rir. Contemplar... Consuelo Alves
sábado, 2 de abril de 2016
Boneca de porcelana da artista Russa Marina Bychkova Parte 2, eu amo bonecos e bonecas _ Art Doll
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parte 2 .
sexta-feira, 1 de abril de 2016
Poema sobre a existência por Aido Bonsai
A imagem macabra dos esqueletos,pretende lembrar a transitoriedade da vida. Aonde vais, caminhante, acelerado... Pára...não prossigas mais avante, Negócio, não tem mais importante, Do que este, à tua vista apresentado, Recorda quantos desta vida tens passado, Reflete em que terás em semelhante, Que para medicar causa é bastante, Terem todos mais nisto parado, Pondera,que influído d´essa sorte, Entre negociações do mundo tantos, Tão pouco consideras na morte, Porém, se os olhos a que levantas, Pára...porque em negócio deste porte, quanto mais tu parares, mais adiantas.
quarta-feira, 30 de março de 2016
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