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segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

O Livro de Ouro das Ciências Ocultas - resumo - Parte 7

Mas no início da década de 1980 percebe-se de repente que há algo errado.   De alguma forma, o programa progressista se tornou independente e começa a se transformar em ameaça para a humanidade.   Como se algum mau espírito tivesse assumido o comando...A atual psicologia acadêmica passou muito tempo considerando o homem uma espécie de robô biológico.   Baseando-se em experiências com planárias, macacos Rhesus e ratos.   Só que o homem não é um autômato biológico; ele não reage a estímulos condicionados ou não-condicionados do meio ambiente da mesma forma que ratos nos conhecidos labirintos de Skinner.   Os ratinhos são punidos com choques elétricos nas patas ou recompensados com nacos de alimento, conforme se portem ao calcar os botõezinhos elétricos.  O processo se denomina aprender mediante condicionamento, mas poderíamos dar-lhe o singelo nome de treinamento.   No entanto, nem Burrhus Skinner - autoridade suprema em pesquisa do comportamento nos Estados Unidos - saberia dizer o que os ratos fariam se conseguissem escapulir de suas gaiolas; de onde lhes vêm a inteligência para evitar venenos e armadilhas ou como planejam em comum a estratégia para fugir de um gato.  E no entanto, Skinner tem a pretensão de transferir para o homem os resultados de suas experiências com ratos ou outros animais, a fim de explicar por meio delas até o surgimento das religiões e das civilizações!   Ele nega a existência de espírito e alma, porque seu professor, John Broadus Watson, fundado da pesquisa de comportamento americana (behaviorismo), declara: " Ninguém jamais tocou numa alma ou a avistou num tubo de ensaio ".   Isto não é piada.   A citação é literal.   Nem os ensinamentos de Sigmund Freud, fundador da psicologia profunda, nos trazem maiores esclarecimentos.   A teoria de Freud só levou a um beco sem saída.   É verdade que ele foi o primeiro a desenvolver com a psicanálise uma técnica para penetrar no inconsciente da mente humana.   Mas descreve a alma como um aparelho psíquico; considera a mente um princípio sexual biológico e substitui o sentido da vida por um programa utilitário: o consumo do prazer.   A base da teoria freudiana é a sua teoria do instinto.   Esta pode ser resumida a uma fórmula simples, enunciada pelo próprio Freud: É o princípio do prazer que determina o objetivo da vida.   É mais do que sabido, que o comportamento humano é determinado primordialmente pelos instintos básicos: alimentar-se e reproduzir-se - fome e sexo.   Porém, essas são necessidades naturais básicas puramente biológicas.   Além delas, o homem tem necessidades espirituais, culturais e religiosas.   Os futurólogos e planejadores do futuro não levaram em consideração nada disto... O homem se diferencia radicalmente do animal.   ... A inteligência eletrônica do computador é inútil; nem com os mais sofisticados programas se conseguiria chegar a uma conclusão; não sabem pensar, intuir, adivinhar.   Alma, consciente, mente humana, enfim, toda área psíquica constitui mistério insondável para o computador.   E lamentavelmente também para a psicologia contemporânea.   Agora sabemos porque o programa de progresso descontrolou  e por que passaram  a ser questionáveis os prognósticos para o futuro que os especialistas do ramo faziam com tanto entusiasmo há alguns anos.   Já após a Primeira Guerra mundial, os mistérios religiosos e os dogmas de fé da cristandade começaram a perder gradualmente a credibilidade, e a prática da religião foi-se restringindo a exterioridades sem sentido.   As ciências envidaram então todos os esforços para desmistificar as derradeiras crenças ainda conservadas pelo homem.   Resultado: nada de criação divina, nada de centelha divina no homem, nada de alma independente do corpo.   passou-se a negar a existência do Além e o prosseguimento da vida após a morte.

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